O que é o data-driven marketing e como aplicar

O que é o data-driven marketing e como aplicar

O data-driven marketing é hoje mais que uma tendência: é o modelo de trabalho mais adequado para o grande volume de dados disponíveis e as múltiplas possibilidades de interação entre empresas e seus clientes. Com mais informações, é possível conhecer melhor o público e, com isso, investir mais no que dá os melhores resultados.

Apesar disso, a terminologia data-driven não é clara para todo mundo, ainda que muitos pratiquem os seus princípios mesmo sem saber exatamente o que é. Pensando nisso, este artigo explica melhor o que é data-driven marketing e como aplicar no setor industrial. Boa leitura!

 

O que é o data-driven marketing?

Data-driven é um termo em inglês que pode ser traduzido como “guiado por dados”. A expressão se tornou especialmente notória nos últimos anos para designar modelos de gestão em que o processo de tomada de decisão é baseado em dados concretos e palpáveis, no lugar de achismos e chutes.

Mas além da gestão data-driven como um conceito amplo, a ideia também pode ser aplicada para outros cenários em que uma análise de dados verdadeiros e relevantes é o que orienta as próximas decisões e ações. O marketing é um exemplo ideal disto.

O marketing data-driven nada mais é que a utilização de dados para orientar estratégias de marketing, insights e até mesmo pequenos ajustes em peças de comunicação digital que já estejam rodando. Na medida do possível, todas as ações de comunicação e marketing são executadas com algum respaldo em dados.

A ascensão do marketing digital e de ferramentas para coleta e análise de dados de consumidores na internet foi uma peça essencial para essa possibilidade. Se no passado era necessário investir em pesquisas com orçamento alto, confiabilidade duvidosa e tempo de resposta longo, hoje as interações são mensuradas em tempo real, com custo relativamente baixo e alta fidelidade.

Na prática, isso permite que uma empresa, por exemplo, teste abordagens de comunicação ligeiramente diferentes para descobrir qual tem os melhores resultados, refinando suas peças a cada nova interação e com isso maximizando sua performance.

 

Como aplicar o data-driven marketing no setor industrial?

Assim como o marketing, a indústria em si passa por um momento de grande transformação, impulsionado pelas novas tecnologias digitais e as técnicas derivadas dessa modernização, além da mudança do comportamento geral do consumidor. Neste cenário, adotar o data-driven marketing é algo quase obrigatório para a sobrevivência.

Em qualquer tipo de negócio, o principal desafio de marketing é fazer com que um consumidor potencial se conecte com a empresa. Para isso, é preciso não só encontrar esse público, como também trabalhar no seu amadurecimento, para que ele entenda sua real demanda; e também no relacionamento, para que a empresa seja sua opção quanto o ponto de maturidade for atingido.

Por muitos anos, instintos, experiência no setor e grandes apostas foram as formas de se tentar conseguir esse objetivo. Mas, com o data-driven marketing, o mecanismo passa a ser outro. Dados coletados em interações online alimentam sistemas automatizados que conseguem identificar o perfil exato do cliente, em qual etapa de amadurecimento ele se encontra e como engajá-lo no fluxo de marketing geral.

Além disso, a coleta constante de dados possibilita afiar o fluxo de comunicações para que ele atinja sua máxima efetividade. A cada interação, é possível experimentar algo novo visando resultados melhores.

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Newsletter: comunicação assertiva para indústria

Newsletter: comunicação assertiva para indústria

Em estratégias de marketing de conteúdo a newsletter é um dos formatos mais importantes. É usada para divulgar notícias, artigos e lançamentos da indústria para os clientes. 

É usada para divulgar resumos semanais dos conteúdos publicados no blog da empresa — nesse caso, cada artigo listado exibe um resumo, estimulando o leitor a seguir para o conteúdo completo, o que direciona tráfego para o site. 

Quer saber mais sobre o assunto? A seguir explicaremos por que a newsletter é tão importante para a estratégia de negócios da sua empresa e quais são as características. Acompanhe!

Qual é a importância da newsletter?

Ao produzir newsletters com conteúdo útil e relevante, a indústria se torna autoridade no campo de atuação. Se você produz utensílios para cozinhas, por exemplo, criar posts sobre gastronomia pode tornar o blog popular e referenciar as futuras escolhas dos clientes. 

Além disso, o formato promove a fidelização dos consumidores e cria identificação com a marca, o que conquista a confiança do público. 

A newsletter deve ser enviada com qual periodicidade?

Para que a sua estratégia de marketing de conteúdo tenha sucesso, a periodicidade de envio de uma newsletter deve ser bem definida. Isso cria relacionamento entre a marca e os clientes, que se habituam a receber notícias e conteúdos relevantes. 

Claro, não existe uma regra quando o assunto é periodicidade, no entanto, o ideal é enviar o e-mail uma vez por semana ou a cada quinze dias. Algumas marcas oferecem diferentes opções, nesse caso o cliente pode escolher entre receber o boletim diariamente, semanalmente ou a cada duas semanas.

Quais informações a newsletter deve conter?

A newsletter é o canal de comunicação ideal para divulgar lançamentos de produtos, promoções e notícias institucionais. Além disso, é usada para a nutrição de leads, pois garante que os interessados recebam informações que os permitam avançar na jornada de compras.

Vale observar que os clientes podem acessar a newsletter por outros canais como blog, Instagram e YouTube, ferramentas divulgar as últimas novidades da indústria. 

Como criar uma boa newsletter?

É possível criar diferentes tipos de newsletter, a escolha dependerá da estratégia de marketing de conteúdo de cada empresa. No entanto, para atrair leads e produzir peças eficazes os seguintes pontos devem ser considerados:

1. Produza conteúdo relevante

A newsletter não deve divulgar apenas promoções e lançamentos de produtos, o que pode fazer com que os clientes percam o interesse ou marquem o e-mail como spam.

Newsletter - conteúdo relevante

Para despertar o interesse, o formato deve oferecer conteúdo relevante e de qualidade, esclarecer as dúvidas dos clientes e mostrar que a empresa tem interesse em informar detalhes relevantes sobre lançamentos. Cultivar esse relacionamento de confiança pode garantir que o cliente compre com frequência os produtos. 

2. Aposte em bons templates que chamem a atenção do cliente

A newsletter deve ter um template simples, exibir cores agradáveis e pouco chamativas. Também não se deve exagerar no uso de imagens, pois elas fazem com que o e-mail demore a carregar, comprometendo o engajamento da sua estratégia. Vale observar, ainda, que as imagens devem ilustrar o texto e não protagonizar o conteúdo.

Além de se preocupar com o conteúdo do e-mail é preciso garantir que o seu lead irá abri-lo. Para isso, use chamadas que despertem a curiosidade, seja mostrando algo inesperado, novo ou engraçado. 

3. Crie conteúdos intimistas

O newsletter cria a oportunidade de mostrar a personalidade da marca, ajudando a diferenciá-la dos concorrentes. E assim, como conhecer pessoas no mundo real, quanto mais elas conhecem a empresa, mais confiança e lealdade sentirão em relação a ela.

Para gerar intimidade, a linguagem deve ser simples, informal e tratar o lead como um amigo. Isso fará com que ele se identifique com a empresa e passe a considerá-la como a melhor opção de compra. 

4. Produza um conteúdo escaneável

O ideal é que as informações da newsletter sejam bem organizadas e os pontos mais importantes estejam em destaque. Ao listar os conteúdos mais extensos, vale mostrar um resumo ou uma introdução junto ao link de acesso ao blog. Assim, o e-mail terá um visual mais limpo e atrativo. 

Essa organização permitirá descobrir quais conteúdos despertam o maior interesse dos clientes. 

5. Personalize o remetente

Newsletter - personalize o remetente

É importante inserir o nome da empresa no campo de remetente dos e-mails enviados. Isso fará o destinatário identificar a marca, o que, além de despertar o interesse, tornará a newsletter mais confiável. 

6. Não abuse dos envios

Para que uma estratégia de marketing de conteúdo seja eficiente, não bombardeie os clientes de promoções e informações sobre os produtos que você vende – os conteúdos que convertem devem responder às dúvidas dos leitores ou tratar de assuntos do seu interesse. 

Por isso, é importante conhecer o lead e criar personas, ou seja, perfis de clientes ideais da empresa. Isso é fundamental para o sucesso de toda estratégia de marketing digital. 

7. Fique atento às métricas

Newsletter - fique atento as métricas

Analisar as métricas de disparo da newsletter ajuda a avaliar o sucesso da estratégia de negócios da empresa. Dá para descobrir, por exemplo, quais horários geram mais cliques e quais assuntos despertam maior interesse. 

Observar essas métricas também permite ajustar o horário de envio e o conteúdo para um maior engajamento. Além disso, realizar testes A/B é fundamental para verificar quais templates e copy são os mais acessados pelos público.

Agora que você já sabe como criar newsletters que convertam, que tal aprender como conquistar novos clientes com marketing digital?

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Principais canais de marketing digital para indústria

Principais canais de marketing digital para indústria

Como você sabe, o marketing digital para indústria mudou drasticamente nos últimos anos. Antes eficazes, os métodos tradicionais deixaram de ser os únicos capazes de impulsionar vendas, principalmente agora que o mundo está cada vez mais conectado. Essa nova ordem exige que as indústrias de todos os setores estabeleçam presença digital para que se mantenham competitivas e alcancem mais e mais consumidores, muitas vezes acessíveis apenas por meio dos canais de marketing digital.  Mas quais são os canais de marketing digital para indústria? É o que você vai descobrir agora! Acompanhe!

6 canais populares de marketing digital para indústria

Antes de escolher a estratégia de marketing digital para indústria mais efetiva para o seu negócio, você deve se familiarizar com os vários canais que podem ser usados para atrair e cativar clientes:

1. E-mail Marketing

Ao implementar uma estratégia de geração de leads, as empresas coletam informações de contato dos clientes em potencial, incluindo a permissão para enviar notícias e informações sobre produtos e serviços por e-mail.  O e-mail marketing é um dos canais de marketing digital para indústria mais eficazes, com ROI de até 4.300%. Por isso, uma estratégia de marketing bem sucedida deve direcionar recursos para esse canal de comunicação com os clientes, o que inclui a construção da marca, boletins e informações sobre lançamento de produtos. 

2. Publicidade Pay-Per-Click (PPC)

Canais de publicidade pagos, como o PPC, garantem um alto tráfego de clientes para a página da sua empresa em pouco tempo. No entanto, o sucesso dessa estratégia está diretamente ligado a quanto você deseja investir nos anúncios e a quanto deseja pagar para adquirir um cliente.  Vale observar que a eficácia dos anúncios PPC depende da escolha adequada das palavras-chave e da otimização das informações visuais e contextuais dos anúncios. 

3. Search Engine Optimization (SEO)

A maioria das pessoas que usam a internet, utilizam os motores de busca para encontrar as informações e os produtos que desejam.  Na verdade, 93% dos usuários entram em uma página de busca para pesquisar sobre uma marca, serviço ou empresa capaz de solucionar um problema específico.  Sendo assim, o SEO envolve diversas atividades como pesquisa de palavras-chave, otimização on-page e off-page e a criação de links orgânicos, entre outras atividades relacionadas a geração de leads.

4. Publicidade em sites de terceiros

Muitos clientes em potencial visitam fóruns e sites para buscar informações úteis sobre os produtos que desejam adquirir. O departamento de marketing de uma indústria pode alcançar esses consumidores, colocando anúncios em sites de terceiros, o que inclui vídeos, banners e conteúdos interativos. Além de criar maior reconhecimento da marca, essa publicidade direciona tráfego para a página da empresa, o que pode converter em leads ou vendas. O valor é baseado no custo por visualização (CPM), que geralmente é mais em conta que o custo por clique (CPC), típico da publicidade PPC.

5. Marketing de mídia social

As mídias sociais criam consciência de marca para os produtos da empresa. Essa ferramenta também pode atrair clientes em potencial, direcionados por meio do envolvimento direto pessoa a pessoa.  O número de usuários das redes sociais cresceu exponencialmente nos últimos anos. São 3,5 bilhões de usuários ativos, o que representa 46% da população de todo o planeta. A indústria pode aproveitar essa onda e aumentar o orçamento de marketing, investido nesses canais de mídia.  No entanto, o ideal é selecionar a rede social mais apropriada para promover a indústria de acordo com o perfil dos usuários:

  • LinkedIn – alcança empreendedores, profissionais liberais e outros leads Business-to-Business (B2B);
  • Google+ – Outra boa rede social para os novos negócios alcançarem os primeiros seguidores e se conectar com outros empreendedores;
  • Twitter – indicado para indústrias recém criadas e que querem  alcançar os primeiros usuários. Ajuda no reconhecimento da marca;
  • Instagram –  rede social usada por indústrias que querem anunciar novos produtos, conhecer melhor os seguidores e medir o engajamento das publicações;
  • Facebook – permite alcançar um público bastante diversificado. Nesse caso, basta saber quais páginas e grupos os clientes mais acessam nessa plataforma;
  • Pinterest – ideal para promover novos produtos. A maioria dos usuários é do sexo feminino, por isso a rede ajuda a atrair a atenção desse público para o negócio.

Mas deixamos claro, que, é importante estar investindo além das mídias de forma orgânica. Para que os resultados sejam eficazes, o investimento em mídias pagas como Facebook Ads, Instagram Ads, Google Ads, entre outros canais é essencial.

6. Marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo é uma ferramenta que ocupa um lugar de destaque em uma estratégia de marketing digital para indústria.  Assuntos relevantes e de qualidade direcionam tráfego para o site da empresa – muitos desses leads podem ser potenciais clientes. Entre os formatos incluídos nessa estratégia estão vídeos, textos, infográficos e outros materiais que ajudam a educar e a informar os leads sobre os produtos vendidos pela indústria. Ao estabelecer uma campanha de marketing digital, não direcione seus recursos para um único canal.  Embora cada um deles tenha pontos fortes, eles também têm pontos fracos – alguns são inadequados para determinados públicos e nichos de negócios. O ideal é combinar todos em uma estratégia digital e aproveitar o potencial de cada um para atingir os objetivos do negócio. Agora que você já sabe quais são os principais canais de marketing digital para indústria, aproveite para descobrir a importância dessa estratégia!

Marketing no WhatsApp: como utilizar o aplicativo para captar clientes

Marketing no WhatsApp: como utilizar o aplicativo para captar clientes

O WhatsApp é um aplicativo poderoso, que aumenta a visibilidade das marcas, automatiza a comunicação e mantém o fluxo de trabalho sempre organizado. Além disso, é uma ferramenta fácil e gratuita, ou seja, não é preciso investimento extra. Mas você já pensou em fazer marketing no WhatsApp? 

Qualquer empresa pode implementar campanhas de marketing no WhatsApp Business para melhorar a comunicação com os clientes ou para divulgar o lançamento de novos produtos e serviços. Essas funcionalidades tornam o app extremamente atrativo.

A seguir explicaremos melhor como criar uma estratégia de marketing no WhatsApp. Vamos lá? Acompanhe!

Como criar uma estratégia de marketing no WhatsApp?

O WhatsApp Business conta com milhares de usuários no Brasil e exibe recursos capazes de melhorar a comunicação entre empresas e clientes. O canal permite oferecer suporte, divulgar serviços e produtos e automatizar respostas para seguidores fiéis e potenciais consumidores

Descubra como usar esse app em uma estratégia de marketing:

1. Melhore a visibilidade do seu negócio

Assim como o Facebook, o WhatsApp tem a função de exibir informações interessantes do negócio para os clientes, como site, endereço e descrição dos produtos ou serviços vendidos.

Também dá para adicionar catálogos, deixando-os por dentro das ofertas e dos lançamentos. Tudo isso garantirá que mais pessoas interajam com a marca por meio do aplicativo.

Funciona assim: sempre que um cliente quiser saber sobre os produtos e serviços que a empresa oferece, basta ele acessar o catálogo de produtos disponível no WhatsApp e ver as principais ofertas.

Tudo isso sem que seja preciso usar o buscador do Google, evitando desvio de atenção para outras empresas.

2. Diminua o tempo de resposta

Ao usar o marketing no WhatsApp, a marca pode interagir com os clientes diretamente. Uma das ferramentas é a automatização através do chatbot, o que garantirá respostas mais rápidas, eliminando a necessidade de digitação manual para as dúvidas mais comuns.

Por exemplo, configurar uma mensagem de boas-vindas e perguntar se os clientes gostariam de conhecer os últimos lançamentos da sua empresa ou incluir um link para a página de promoções.

Outra vantagem é a facilidade de compartilhar conteúdos no app, que inclui mensagens de texto, vídeos, imagens e gifs.

3. Garanta funções organizadas

Ao implementar uma estratégia de marketing no WhatsApp, dá para segmentar os clientes usando o sistema de marcadores. Caso use um CRM que se integre ao WhatsApp, você conseguirá importar os contatos e gerenciar facilmente as conversas sem que seja preciso adicionar um a um manualmente.

Além disso, as conversas podem ser salvas e acessadas sempre que for necessário. Isso auxilia na análise do comportamento da audiência.

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Exemplo de campanha de marketing no WhatsApp

Pense no WhatsApp como uma ferramenta que agiliza a comunicação e fornece comunicação diferenciada e personalizada para os clientes, de forma simples e pessoal.

Ainda está em dúvida da eficiência dessa maneira de fazer marketing? Veja alguns exemplos:

1. Hellmann’s 

Para ensinar os consumidores mais jovens a cozinhar, a empresa investiu em uma estratégia onde, depois de enviar uma mensagem de texto para o WhatsApp da marca, o usuário podia solicitar receitas preparadas com os ingredientes que tinha em casa.

Além disso, eles recebiam dicas e instruções para o preparo dos pratos e, se quisessem, respondiam com fotos mostrando o progresso. O perfil oferecia ainda o acesso a mídias, como fotos e vídeos, o que tornou a experiência de aprendizagem personalizada.

Com um investimento de menos de 900 dólares e quatro milhões clientes cadastrados nas primeiras semanas, a campanha foi um sucesso.

A empresa usou chatflows para permitir que os clientes se conectassem com diferentes histórias e passassem a se interessar por diferentes ingredientes e receitas, tudo por meio de mensagens de texto.

2. Adidas

A Adidas usa o marketing no WhatsApp desde 2015 para promover seus produtos e responder as dúvidas dos clientes. Recentemente, a empresa lançou uma campanha que combina lives e bate-papos entre consumidores e influenciadores digitais, atraindo a atenção do público mais jovem.

O exemplo em questão aconteceu no ano de 2019, depois de a marca descobrir que equipes amadoras usavam o WhatsApp para se comunicar. Assim, a Adidas se ofereceu para apoiar esses atletas, “emprestado” alguns profissionais para participar dos próximos jogos.

Os esportistas e treinadores entraram no grupo de WhatsApp da empresa informando qual esporte praticavam e porque precisavam de um atleta profissional para vencer o jogo.

A equipe finalista recebeu a visita de um astro da categoria e todo o time entrou em quadra usando uniformes da marca. Sendo assim, a Adidas percebeu que usar o WhatsApp no marketing deixou a empresa mais presente no dia a dia dos clientes, se tornando parceira das práticas esportivas.

3. Financial Times

Mesmo empresas conservadoras conseguem obter sucesso com a estratégia de marketing no WhatsApp. No final de 2019, o Financial Times, revista digital exclusiva para assinantes, passou a postar dois artigos gratuitos por dia no seu grupo do WhatsApp.

Essa estratégia garantiu mais conversões do que os conteúdos publicados em outras plataformas sociais e aumentou o alcance da revista. Também permitiu que a empresa alcançasse um público inteiramente novo.

O Financial Times descobriu ainda que as pessoas que clicam nos links enviados pelo WhatsApp tinham 40% mais probabilidade de visitar o site do jornal do que aquelas que clicaram em seus links em outros canais.

Isso ocorreu porque as pessoas gostaram da conveniência de receber informações diárias logo pela manhã em seu telefone. Sem ter que visitar o site ou página na web, passaram a se interessar mais por assuntos financeiros.

Essas são somente alguns dos exemplos de sucesso com o marketing no WhatsApp.

Sendo assim, sua equipe não teria mais facilidade de organizar os contatos e solucionar as dúvidas dos clientes com essa ferramenta? Essa estratégia funciona para qualquer tipo de empresa e é mais simples de usar que o e-mail marketing ou as mídias sociais. 

Gostou do conteúdo? Aproveite e descubra por que uma agência de marketing digital para indústrias é tão importante!

Manufatura aditiva: o caminho para a indústria 4.0 otimizar recursos e processos

Manufatura aditiva: o caminho para a indústria 4.0 otimizar recursos e processos

A manufatura aditiva transformou o modo como os produtos são fabricados, por isso é frequentemente citada como um dos pilares da quarta revolução industrial.

Segundo um estudo recente, essa tecnologia cresceu 40% nos últimos anos e substituiu processos tradicionais de manufatura como o forjamento, a soldagem e a fundição, trazendo mais agilidade e eficiência a cadeia produtiva. 

É o oposto da forma tradicional de fazer objetos. Em vez de usinar ou “subtrair” material para formar uma peça — da mesma forma que um escultor molda a argila — a impressão 3D adiciona camada sobre camada de matéria-prima para construir uma peça. 

Ficou interessado no assunto? A seguir explicaremos melhor sobre esse processo produtivo e quais são as suas principais aplicações. Acompanhe!

O que é manufatura aditiva?

Também chamada de impressão 3D, a manufatura aditiva produz peças a partir de um modelo digital, que é transformado em um objeto tridimensional à medida que a matéria-prima é adicionada uma camada por vez. 

O processo, portanto, é muito diferente de tecnologias de manufaturas subtrativas como a usinagem CNC ou formativas, como a moldagem por injeção. 

Os materiais utilizados variam de acordo com o processo. Os polímeros são de longe os mais comuns, mas a tecnologia também inclui fotopolímeros, resinas epóxi e metais. Bioinks de última geração, que usam uma mistura de células humanas e gelatina, também são utilizadas para imprimir modelos de tecidos complexos em 3D. Até materiais comestíveis, como chocolate, estão sendo usados nesse processo de fabricação. 

As peças produzidas exibem uma ampla gama de propriedades físicas específicas, variando de objetos opticamente transparentes à peças maleáveis ou elásticas. Uma impressão leva de 4 a 18 horas para ser concluída. Porém, as peças raramente estão prontas para uso fora da máquina e, em geral, requerem algum pós-processamento para atingir o nível desejado de acabamento.

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Quais são as tecnologias da manufatura aditiva?

Existem diferentes tecnologias empregadas na impressão 3D, cada uma delas usada em projetos específicos. As mais conhecidas são:

  • Fused Deposition Modeling (Modelagem de Deposição Fundida), usa filamentos de polímero como matéria-prima;
  • Stereolithography (Estereolitografia), processo no qual resinas sintéticas são solidificadas com luz ultravioleta;
  • Selective Laser Sintering (Sinterização Seletiva a Laser), produz objetos 3D a partir da sinterização de materiais granulados como cerâmica, polímero e metal.

Aplicações da Manufatura Aditiva

A manufatura aditiva está presente em vários setores da economia mundial. Essa aceitação foi impulsionada, em grande parte, pela facilidade de produzir peças detalhadas e pelo baixo custo, quando comparado a outros processos de manufatura. 

Alguns setores utilizam o processo com bastante frequência, entre eles merecem destaque:

1. Indústria Aeronáutica

A impressão 3D é utilizada para construir peças, em metal, para aviões de todos os portes na fábrica da Airbus, na Alemanha. Os objetos impressos são mais leves e duráveis que as peças tradicionais, além de serem mais baratas de produzir. 

2. Indústria automotiva

No setor automotivo a impressão 3D reduz custos e garante a criação de peças mais funcionais e eficientes, uma vez que os modelos podem ser prototipados e testados. Algumas empresas já produzem todo o veículo com essa técnica em apenas algumas horas. 

3. Saúde

A manufatura aditiva oferece muito benefícios ao setor de saúde. A fabricação de próteses, por exemplo, é feita a partir de modelos impressos em 3D que facilitam a confecção de braços biônicos adaptados à necessidade de cada paciente. Além disso, essas peças são fabricadas a um custo bastante reduzido.

Já o mercado odontológico usa a manufatura aditiva para criar próteses personalizadas, resistentes e produzidas em pouco tempo. Nesse caso, o dentista não precisa fazer o molde e esperar que o modelo seja confeccionado, o profissional pode imprimir as peças no consultório e fazer os ajustes que precisar.

Em um futuro próximo, espera-se usar essa tecnologia para imprimir células epiteliais capazes de substituir tecidos queimados de vítimas de acidentes e assim garantir a formação de células integras. Imprimir órgãos do corpo humano é o próximo passo da manufatura aditiva na área da saúde, o que reduzirá filas de transplantes e ajudará a salvar vidas. 

4. Educação

A impressão 3D torna a sala de aula mais dinâmica e atrativa para os alunos, uma vez que os professores podem mostrar para os alunos representações reais de máquinas, motores, objetos, células e várias organelas do corpo humano. 

O futuro da indústria chegou?

A manufatura aditiva faz parte da indústria 4.0. Ferramentas inteligentes como softwares de inteligência artificial, Big Data e a computação em nuvem permitem que a indústria crie soluções customizadas e de qualidade para seus clientes. 

Além de baratear os custos, essa tecnologia permite que empresas de pequeno porte concorram com grandes indústrias do setor e lacem produtos modernos e atrativos, capazes de captar o interesse dos consumidores. 

Agora que você já sabe o que é a manufatura aditiva, aproveite para baixar o e-book Indústria 4.0 e os desafios do setor e fique por dentro do assunto!

Como as indústrias estão faturando em plena pandemia?

Como as indústrias estão faturando em plena pandemia?

Os impactos da atual pandemia ainda surtem efeitos em muitas indústrias brasileiras. No entanto, levantamentos recentes sobre o setor, já apontam uma retomada de diversas áreas, ainda que um pouco tímida: 7% a mais do que em relação a abril.

Em tempos de incertezas como atualmente, especialistas veem esse crescimento de forma otimista e acreditam que ele será gradativo até o final do ano, mas destacam o papel fundamental das empresas buscarem meios de incentivar o consumo no mercado.

E é justamente sobre isso que vamos abordar ao longo desse post. Afinal, como é possível uma indústria aumentar seu faturamento em plena pandemia? Leia até o final e confira as dicas!

Exemplos de indústrias que estão faturando na pandemia

Ao mesmo tempo em que a pandemia afeta a linha de produção de muitas indústrias, especialmente por conta das decisões de isolamento social, outras parecem ter enxergado novas oportunidades no período de crise.

E não são poucos os exemplos! Diversos setores se adaptaram ou mesmo se reinventaram para “surfar” em novas tendências ou necessidades que surgiram nos últimos meses. Esse fenômeno é chamado de “reconversão industrial” e se fez presente em diferentes áreas da indústria brasileira.

Para exemplificar melhor, uma recente entrevista realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) abordou diversos especialistas e empresários do setor produtivo e destacou alguns casos de sucesso em plena pandemia.

A Kidy, por exemplo, fábrica especializada na confecção de calçados infantis, readequou todo o seu parque fabril em Birigui (SP) para começar a distribuir máscaras de proteção. A mesma estratégia foi seguida pela DeMillus, indústria têxtil carioca que, além de máscaras, investiu na produção de jalecos de TNT e contratou mais de 200 pessoas durante a pandemia para ajudar na demanda.

Além desses casos, diversas outras indústrias que recorreram à reconversão industrial durante a crise podem ser destacadas aqui, como as montadoras Mercedes e Volkswagen que dedicaram parte de seus fábricas a produção de respiradores, assim como a Thermoval, fabricante de válvulas, que também focou no fornecimento de peças específicas para esse tipo de equipamento hospitalar.

Fabricantes de cosméticos, indústrias farmacêuticas e até de alimentos também encontraram alternativas viáveis de faturamento em plena pandemia, como a produção de álcool em gel, produtos de limpeza, suplementos alimentares, medicamentos, etc.

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É em meio a crises, altos e baixos do mercado que muitas empresas se reinventam, ou realizam pequenas inovações que fazem toda a diferença.

Após passar esta pandemia, muita coisa não voltará mais a ser como era antes, principalmente a comunicação pelos meios digitais, e os processos de vendas.

Mesmo em meio a esta crise, tivemos alguns clientes da LABRA, que, por já estarem trabalhando a anos com o Marketing Digital trazendo novos negócios ao time comercial, não sofreram impacto nas suas vendas, pelo contrário, investiram ainda mais e estão VENDENDO MAIS e batendo meta de vendas agora em meio à pandemia.

Veja abaixo um gráfico referente ao período de janeiro a junho de 2020, mostrando o crescimento em vendas de um cliente de uma indústria de equipamentos que investe em Marketing Digital:

Gráfico Indústria (Janeiro a junho 2020)

 

Mudanças de consumo também direcionam o faturamento na pandemia

Nem só a reconversão industrial tem sido fator para o faturamento na pandemia. Naturalmente, alguns setores tiveram suas demandas aumentadas, muito por conta da mudança de hábitos e de consumos no mercado.

O e-commerce, por exemplo, teve um crescimento exponencial desde o início do isolamento social, chegando a superar 81% de vendas a mais do que o mesmo período do ano passado.

Bom para algumas indústrias, como a de eletroeletrônicos, brinquedos, livros e de utensílios domésticos. Para se ter uma ideia, a busca por “kit de jardinagem” cresceu mais de 180% entre os brasileiros na internet, enquanto especialistas em games comemoram o aumento de 30% na venda de jogos para crianças e adultos no país.

Isso não caracteriza apenas tendências temporárias por conta de uma crise sem precedentes, mas aponta para uma mudança de hábitos e consumos da população como um todo. E agora, cabe às indústrias e empresas se adaptarem a esse “novo normal” e buscarem alternativas que atendam às necessidades do pós-pandemia.

Marketing industrial: uma estratégia necessária no pós-pandemia

Não importa qual seja o setor de sua empresa, certamente ele não será mais o mesmo nos pós-pandemia. Como destacamos acima, tanto a reconversão industrial, como as mudanças naturais de costumes e hábitos do mercado ditarão o futuro da indústria no Brasil.

Por isso, o uso do Marketing Industrial como estratégia de reposicionamento no pós-pandemia é assunto em destaque hoje em dia e, sem dúvidas, permitirá que as empresas entendam melhor as novas necessidades dos clientes e, principalmente, consigam oferecer soluções mais focadas em suas dores.

E como investir em Marketing Industrial e garantir o faturamento na pandemia? Veja algumas dicas abaixo!

Participação online

Com a nova “explosão” do e-commerce e de busca por soluções online, simplesmente ter um site apresentável e organizado de sua indústria não é mais suficiente. Ele precisa ser estratégico, estar bem ranqueado nas pesquisas do Google, ser atraente e, principalmente, sanar as dores que a pessoa precisa. Seu site cumpre todo esse papel?

Conteúdos relevantes

O papel do Marketing Industrial não é apenas vender, mas também de informar, cativar, criar relações, tornar referência e aproximar possíveis parceiros e clientes de sua marca. Para isso, a criação de conteúdos de qualidade, realmente relevantes e com foco técnico e especialista nos assuntos é estratégia exclusiva desse modelo.

Comunicação estratégica

Por fim, outro destaque do Marketing Industrial é a comunicação direta e especializada com o público, diferentemente do marketing convencional que aborda estratégias de uma forma mais ampla e generalizada.

O pós-pandemia na indústria vai requerer, como nunca, um atendimento personalizado, técnico e que dialogue com especialistas. Para isso, o seu site precisa estar apto a atender tais exigências e a solucionar, com eficiência, todas essas dores.

Invista em marketing digital

Como já havíamos comentado antes e em outros conteúdos aqui no blog, investir em marketing digital é de suma importância, principalmente em tempos de crise, onde as indústrias necessitam estarem presentes nos canais digitais. Podemos citar mais um exemplo para você de outro cliente da LABRA que investe há anos em marketing digital. No gráfico a seguir, irá ver que essa empresa vem crescendo em vendas mesmo durante a pandemia. gráficos industrias

Em resumo, os exemplos de indústrias que estão faturando durante a pandemia não se resumem apenas a oportunidades enxergadas em tempos de crise. Mas também a uma transformação geral das estratégias e decisões que as empresas precisarão tomar para se adaptarem às novas tendências e costumes e, indiscutivelmente, o Marketing Industrial tem papel fundamental nessa nova era de consumo.

E sua empresa já está preparada para esses novos tempos? Pensando nisso, a Labra preparou um guia completo sobre o uso do Marketing Industrial como forma de vender e faturar mais nesses dias. Baixe o e-book gratuitamente e aplique as dicas!

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